quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Poemas do Último Dia de Setembro de 2020, de Maurício Menossi Flores, Vítima do Barulho, da Sujeira e da Falta de Educação.

 






Um Sonho Com o Terapeuta Oriental Funkeiro. Em Busca de Uma Força Maior.

 


"Eu tinha dores nos braços e minha professora de yoga iria tratar disso com aula especial. Mas eu só a via sentada, em cadeira, a uma mesa, de costas. E rapaz novo, de traços orientais, cabeça raspada, comandava os exercícios, com fala um tanto travada, porém tudo fluía.

A certo momento, coloca um funk, no celular, discretamente, e inicia performance dançando espécie de "rap", contando a história da separação de seus pais. Parecia, com isso, querer justificar o seu comportamento.

Instantes depois, estava em espécie de academia, na qual jovens lamentavam não terem, naquele dia, aula de yoga, por algum motivo. Eu dizia para se animarem, porque os tempos eram bons, já que houve aqueles onde somente eu era aluno da minha professora.

Daí vem o episódio do gatinho perdido na multidão. Muito novo, branquinho. Gato maior veio para cima dele e eu atropelei-o, discretamente, apanhando o gatinho e levando-o para a suposta dona, uma garota jovem e bonita, acompanhada de senhora, as quais tratei como "garota" e a mais velha não me lembro mais como me dirige a ela.

Estava já na rua, na escuridão, em via movimentada, e grupo, carro parado em um zebrado, som forte de funk (mas não era funk, era música popular brasileira antiga), dançavam e se drogavam, atrapalhando o trânsito e perturbando o sossego alheio. Tive vontade de matá-los.

Caminhava com o dito professor oriental. Pela mesma rua. Veio rapaz, alcançando-nos, e ofereceu doce que comia. Não aceitamos e ele ficou meio chateado. O professor oriental passava mal, dizia ter asma. Vomitava discretamente e revirava os olhos. Pedia silêncio.

O rapaz do doce quase beijou uma pilastra, distraído. Brinquei dizendo não querer ele comer a pilastra, também. Só aí percebi ter estatura muito reduzida e por isso, ficou ofendido, confundindo o meu gracejo com bulição."

Tento associar a anotação de sonho, acima, ao meu propósito de, fazendo do barulho, da sujeira e da falta de educação metáfora de salvação, modificar a mentalidade brasileira, provocando uma evolução espiritual e material.

Nesse intento, senti a necessidade de me associar, novamente, a Deus, na esperança de obter força maior.

Tudo é, ainda, meio nebuloso. Que teria esse sonho a ver com isso?

(em processo, sem revisão)


terça-feira, 29 de setembro de 2020

Barulho, Sujeira e Falta de Educação: O Que Mudou Com a Pandemia de Coronavírus.

 





O povo brasileiro perde, com a pandemia de coronavírus, a grande chance de evoluir espiritualmente e materialmente.

Ao invés de promover uma revolução, eliminando hábitos perniciosos, segue, mal e porcamente, novamente, pela imitação, pelo instinto de macaquear, as recomendações OMS - Organização Mundial da Saúde.  O cidadão ordeiro caiu no canto das sereias, do governo e da grande mídia.  

O barulho (perturbação do sossego), a sujeira (descarte irregular de lixo) e a falta de educação (cracolândias) são tratados como crimes de menores potenciais ofensivos, merecendo pouca atenção das autoridades constituídas. Esses aumentaram durante a pandemia e o pouco que há, em termo de leis, a fim de coibi-los, tende a retroceder. 

Propomos que as, hoje, contravenções citadas virem crimes hediondos, recebendo prioridade no atendimento da polícia. 

(em processo, sem revisão)

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Participe do Concurso "O Lugar Mais Porco do Mundo".

 










Mostre como o seu bairro é sujo e ganhe um prêmio! Se conseguir provar ser o seu habitat o mais porco do planeta, você ganhará um lindo presente da "A Igreja do Diabo", aquela que pratica o bem escondido...

(em processo, sem revisão)

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Alugo Uma Casa, Com Muito Barulho de Muitos Botecos, Carro com Som Forte, Motos Acelerando, Noias Usando Drogas Bem de Frente, Barulho de Festas, Com Invasão e Favela ao Lado. Preço: 1600 Reais.

 


Alugo uma casa, com muito barulho de muitos botecos, carro com som forte, motos acelerando, noias usando drogas bem de frente, barulho de festas, com invasão e favela ao lado. Preço: 1600 Reais. Tratar com o proprietário. Você quer?

Quem gosta de morar em um lugar assim? Pois bem, são frequentes os relatos de paulistanos trabalhadores e estudiosos, pacíficos cumpridores da lei, no sentido de terem de abandonar os seus queridos imóveis, com a família há décadas, devido a "cultura favela" (filosoficamente, em tese) ter se alastrado, pelo apoio do governo e da grande mídia.

Se os moradores do bairro e defensores de sua cultura não se mobilizarem, o próximo será você.

(em processo, sem revisão)


terça-feira, 15 de setembro de 2020

Resposta do Governo Federal à Nossa Denúncia de Expulsão de Moradores dos Bairros Pela Favela.

 



Eis a nossa denúncia...

 Prezados(as), tudo bem?
 
Os moradores da Avenida ... e da Rua ..., em São Paulo - SP, vivem sob terror. 
Embora com total apoio do Conseg - Conselho de Segurança, a situação é de extrema violência psicológica, devido, principalmente, ao barulho. Quando fazemos ocorrências de perturbação do sossego, pessoas de má índole ameaçam os moradores, provocando a mudança de endereço dos mesmos. 

Isso ocorreu comigo e com a minha esposa. Estamos deixando nossa casa própria, na qual foram investidos mais de 60 mil reais em reformas, recentemente, para irmos morar, de aluguel, em cidade próxima.

O próprio Conseg já não sabe mais o que fazer. Intensificaram o policiamento e as abordagens, mas não resolveu. Devido à favela na Avenida ... e à invasão de grande terreno particular na Rua ..., nos quais moram algumas pessoas sem decência e sem educação, meliantes, até, o diálogo é impossível. Quando tentado o diálogo, mandam-nos mudarmos para condomínios, como se fôssemos nós os invasores.

Neste primeiro contato, não anexarei as centenas de ocorrências, solicitações e reclamações. Quero checar a possibilidade de uma intervenção federal no caso, já que o problema não é só nosso, e, sim, de toda a comunidade ordeira e pacífica paulistana.
 
Atenciosamente, 
 
Maurício Flores 

A Classe Média Escravizada x "Favela", Classe Dominante. Entidades Assistenciais.

 


Hoje, se uma mulher mora em barraco de invasão (hodiernamente "ocupação"), com sete filhos passando fome, ela não é chamada à sua responsabilidade, mas, sim, tida como heroína. Se um homem ostenta som automotivo, perturbando o sossego alheio, com bum bum bum, ele não é multado e, sim, respeitado, por expressar a sua "cultura".

Os exemplos acima de inversão de valores ampliam-se muito. Como os pancadões, sendo quase legalizados pela mídia e pelo governo. Afinal, os jovens das favelas (lembramos, sempre, tratar-se de categoria filosófica, em tese) são seres inocentes, puros, e não têm diversão. As bibliotecas vazias mostram isso, pois ler não é diversão: é aberração maldita, merecendo ser taxada com mais impostos.

A classe média é obrigada a aguentar calada. Os descentes dos "europeus opressores" devem pagar por tudo, sem reclamarem. Devem sustentar o político bonzinho e o favelado coitadinho. Devem perder as suas casas próprias, indo morar em apartamentos alugados. "Se quer silêncio, vá morar em condomínio", disse certo cidadão, para mim, depois de presença da polícia, por perturbação do sossego (que nada pode fazer, aliás, devido ao descaso do governo).

Isso e muito mais, levou-me a tomar a resolução de não mais contribuir com entidades assistenciais (Lar de Maria, LBV, etc), como faço há décadas. Sinto-me culpado, traindo a minha consciência. Essas entidades não se preocupam com o controle da natalidade, com o combate à "cultura da invasão".   A favela está no poder e é a ideologia dominante.

(em processo, sem revisão)

domingo, 13 de setembro de 2020

A Hipocrisia Da Imprensa e da Polícia, Anunciando a Apreensão de Drogas, Enquanto Cracolândias Proliferam.

 





Todos os dias, a imprensa e as redes sociais da PM - Polícia Militar e da GCM - Guarda Civil Metropolitana anunciam grandes apreensões de drogas. Pura hipocrisia, já que podemos constatar o uso generalizado das mesmas em nossas ruas, nas praias, nas praças, nos pancadões, em bares, etc. Hoje, qualquer criança e adolescente podem comprar e fumar, tranquilamente, maconha, mas não podem entrar em estabelecimento regular, a fim de  comprarem cigarros de tabaco e bebida alcoólica.  

Essa situação mal resolvida, a partir do momento em que o uso foi liberado sem regras, mas o tráfico continua, supostamente, sendo combatido, gera situações de extrema falta de educação, de sujeira e de barulho, os três grandes males da nossa sociedade atual.

A imprensa, por sua vez, trata do assunto com leviandade, falando da falta do uso de máscaras, devido à nova pandemia, e da violência policial, ávida para agradar uma fatia da sociedade que só cresce, a favela. E, quando falamos "favela", falamos de conceito filosófico adotado por nós, como símbolo da cultura da invasão e da anarquia, tomada no mal sentido do termo. 

Se os defensores da cultura "bairro", o outro conceito filosófico criado por nós, não reagirem, em breve, nossa divisão administrativa será assim: favela x, favela y, subprefeitura da invasão z, etc.

Precisamos encarar a situação, com a população tomando as suas atitudes, como aconteceu na Vila Clara, São Paulo - SP, recentemente. O governo de São Paulo - SP lavou as mãos, bem como o Comando Geral da Polícia Militar, ao dizerem ser proibido dispersar um pancadão, depois de instalado, e dizerem não poderem prevenir a sua formação, pela falta de efetivos e de equipamentos. O mesmo vale para as cracolândias, por dedução.

(em processo, sem revisão)  


sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Políticos e Comerciantes Que Só Visam Números e Mídia "Endemoniadora" da PM Paulista, Defendem, Irresponsavelmente, os Pancadões.

 


Em conversa com político e, também, comerciante, ficou claro, para mim, ele defender pancadões, porque isso traria dinheiro e votos. Por outro lado, jovem presente defendeu o direito desses irresponsáveis e inescrupulosos, frequentadores de pancadões, divertirem-se.

No caso do político e comerciante, dinheiro pode ser, mas votos... Pelo menos o meu não teria! No caso do jovem, fica difícil convencer uma pessoa inconsequente de que diversão é um exercício de cidadania, acima de tudo. Drogar-se e fazer barulho, sujeira, faltando com a educação, em relação aos vizinhos, é degradante para a sociedade.

Quanto à mídia, age como urubu. Onde houver a carniça da possibilidade de difamação da nossa PM - Polícia Militar, aí estará ela, a fim de defender o bandido e denegrir o policial. Mal percebe a revolta causada com essa atitude e em quanto isso refletirá em sua audiência, pois parece ser somente isso o que querem. 

(em processo, sem revisão)

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Guerra Civil em São Paulo - SP, Contra o Barulho a Sujeira e a Falta de Educação, e Acerta!

 






Conforme prevemos em uma de nossas publicações recentes, o povo percebeu que a única maneira de acabar com os pancadões em São Paulo - SP é unindo-se contra os torturadores e estupradores. Sim, pois pancadões são verdadeiros estupros coletivos, torturando psicologicamente e fisicamente suas vítimas.

Um pancadão é o ápice de uma cultura da invasão, que se inicia com a ocupação de terrenos públicos e particulares, patrocinadas, geralmente, por políticos e bandidos em geral. Com as favelas, instala-se toda uma cadeia de desrespeito ao ser humano, onde muitos fazem questão de transmitirem tal cultura para gerações e gerações.

Sabíamos haver um limite para essa onde de expulsões de moradores antigos e parece que esse limite, finalmente, chegou.

(em processo, sem revisão) 

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Trabalhadores São Expulsos de Suas Casas Pela Bandidagem... Você Será o Próximo!

 











Falamos, aqui, frequentemente, da expulsão de moradores devido ao barulho, ao lixo e à falta de educação. Ou seja, o morador sai por livre e espontânea pressão. Abandonam o mais sagrado da vida, um lar digno, devido à incapacidade de fazer frente às ameaças sofridas, por chamar a polícia para cracolândias, pancadões, carros com som forte ("alto"), festas, etc.

Mas, muitas vezes, acontece do bandido entrar em sua casa, sem cerimônias, e colocá-lo na rua. O que o impede, afinal? Quem duvida do fato do nosso País estar nas mãos dos criminosos?

Prevemos, uma guerra civil declarada, em São Paulo - SP, dentro de, no máximo, dois anos, caso essa história não mude seu rumo... 

(em processo, sem revisão)


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Resposta do Governo de São Paulo - SP à Nossa Proposta de Tratar Perturbação do Sossego como Crime de "Tortura Psicológica".

 


Estamos em campanha para fazer da perturbação do sossego crime de "tortura psicológica".

Sendo assim, queremos sensibilizar as autoridades,a imprensa e o povo em geral, a fim de apoiarem essa ideia.  

Acima, está uma de nossas iniciativas.

(em processo, sem revisão) 

A Ideologia Aparente e a Verdadeira Ideologia do Estado Brasileiro: A Questão das Proibições.

 


Para nós, existem duas ideologias predominantes no Brasil: a de que o Estado combate os tráficos em geral, principalmente o de drogas, propalada pelo nosso governo e reforçada pelas grandes mídias, e aquela conhecida de todos, que é a realidade sobre isso.

Utilizar drogas ilícitas, por exemplo, dentro das condições atuais da nossa sociedade, e dentro de como se estabelecem a fabricação, a comercialização e o consumo das mesmas, é promover uma sociedade violenta e cruel, de perversidade sem precedentes. Inevitavelmente, hoje, quem utiliza tais produtos patrocina crimes de assassinato e expulsões de moradores de suas casas, dentre muitos outros.

O direito de usar drogas é inalienável, porém, mesmo assim, é irresponsável, apesar do usuário ser viciado. Quem usa drogas, promove pancadões e cracolândias, pois, por mais que os usuários sejam respeitadores do sossego alheio e sejam educados em geral, estarão propiciando, através do seu comportamento, o uso por aqueles que fazem das drogas justificativa para todo tipo de bandalheira.  Lembrando, sempre, estarmos tomando as condições atuais, no Brasil, como parâmetro.

(em processo, sem revisão)

A Oração (Prece, Reza) No Teatro.

A Oração (Prece, Reza) No Teatro. Quem inventou a oração, a prece, a reza? A oração não foi “inventada” por uma única pessoa. Ela surgiu de ...