"Eu tinha dores nos braços e minha professora de yoga iria tratar disso com aula especial. Mas eu só a via sentada, em cadeira, a uma mesa, de costas. E rapaz novo, de traços orientais, cabeça raspada, comandava os exercícios, com fala um tanto travada, porém tudo fluía.
A certo momento, coloca um funk, no celular, discretamente, e inicia performance dançando espécie de "rap", contando a história da separação de seus pais. Parecia, com isso, querer justificar o seu comportamento.
Instantes depois, estava em espécie de academia, na qual jovens lamentavam não terem, naquele dia, aula de yoga, por algum motivo. Eu dizia para se animarem, porque os tempos eram bons, já que houve aqueles onde somente eu era aluno da minha professora.
Daí vem o episódio do gatinho perdido na multidão. Muito novo, branquinho. Gato maior veio para cima dele e eu atropelei-o, discretamente, apanhando o gatinho e levando-o para a suposta dona, uma garota jovem e bonita, acompanhada de senhora, as quais tratei como "garota" e a mais velha não me lembro mais como me dirige a ela.
Estava já na rua, na escuridão, em via movimentada, e grupo, carro parado em um zebrado, som forte de funk (mas não era funk, era música popular brasileira antiga), dançavam e se drogavam, atrapalhando o trânsito e perturbando o sossego alheio. Tive vontade de matá-los.
Caminhava com o dito professor oriental. Pela mesma rua. Veio rapaz, alcançando-nos, e ofereceu doce que comia. Não aceitamos e ele ficou meio chateado. O professor oriental passava mal, dizia ter asma. Vomitava discretamente e revirava os olhos. Pedia silêncio.
O rapaz do doce quase beijou uma pilastra, distraído. Brinquei dizendo não querer ele comer a pilastra, também. Só aí percebi ter estatura muito reduzida e por isso, ficou ofendido, confundindo o meu gracejo com bulição."
Tento associar a anotação de sonho, acima, ao meu propósito de, fazendo do barulho, da sujeira e da falta de educação metáfora de salvação, modificar a mentalidade brasileira, provocando uma evolução espiritual e material.
Nesse intento, senti a necessidade de me associar, novamente, a Deus, na esperança de obter força maior.
Tudo é, ainda, meio nebuloso. Que teria esse sonho a ver com isso?
(em processo, sem revisão)

Jesus está voltando! Ainda há tempo!
ResponderExcluirMema!
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