Essa situação mal resolvida, a partir do momento em que o uso foi liberado sem regras, mas o tráfico continua, supostamente, sendo combatido, gera situações de extrema falta de educação, de sujeira e de barulho, os três grandes males da nossa sociedade atual.
A imprensa, por sua vez, trata do assunto com leviandade, falando da falta do uso de máscaras, devido à nova pandemia, e da violência policial, ávida para agradar uma fatia da sociedade que só cresce, a favela. E, quando falamos "favela", falamos de conceito filosófico adotado por nós, como símbolo da cultura da invasão e da anarquia, tomada no mal sentido do termo.
Se os defensores da cultura "bairro", o outro conceito filosófico criado por nós, não reagirem, em breve, nossa divisão administrativa será assim: favela x, favela y, subprefeitura da invasão z, etc.
Precisamos encarar a situação, com a população tomando as suas atitudes, como aconteceu na Vila Clara, São Paulo - SP, recentemente. O governo de São Paulo - SP lavou as mãos, bem como o Comando Geral da Polícia Militar, ao dizerem ser proibido dispersar um pancadão, depois de instalado, e dizerem não poderem prevenir a sua formação, pela falta de efetivos e de equipamentos. O mesmo vale para as cracolândias, por dedução.
(em processo, sem revisão)


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