Faz tempo, o escravo no Brasil é o trabalhador honesto e estudioso. É ele quem banca tudo: os ladrões contumazes, os noias, a geração nem-nem, o governo, a distribuir benefícios aos anteriores. O trabalhador precisa sustentar a ele e àqueles acostumados a terem tudo de mão beijada, escorados em conceitos tendenciosos de injustiça social, dívida social, má distribuição de renda e coisas desse gênero.
A grande mídia é o grande arauto dessa escravidão. Anunciam, todos os dias, benesses sendo distribuídas com o dinheiro dos impostos, pagos com tanto sacrifício e esforço por uma multidão de inocentes úteis, agrilhoados em rotinas estressantes, acordando cedo, utilizando um transporte público, ou mesmo privado, em condições degradantes, alimentando-se às pressas, em meio a trabalhos vários, debaixo de assédios de todo tipo.
Esse escravo contemporâneo a tudo aguenta sem ter a quem reclamar ou recorrer.
(em processo, sem revisão)

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