Para início de conversa, não negarei a existência do racismo no Brasil. Mas o que dizem ser estrutural é, para mim, falácia, pois, estruturalmente, o que existe é uma hipocrisia generalizada do Estado. Age ao sabor das conveniências e da grande mídia, apoiando-se em suas pernas de centopeia. Defende a "moda" de cada instante, sem atacar os problemas reais, por exemplo, o barulho, a sujeira e a falta de educação, fatores impedidores do progresso espiritual e material do nosso país.
Exagero meu, dizer serem esses os nossos problemas estruturais? Nem tanto... Defendo uma mudança de mentalidade, partindo daquilo mais elementar, mais fácil, digamos assim. Feito isso, estaremos aptos aos grandes desafios.
O caso Carrefour é flagrante. Diante da importação de uma ideologia dos EUA sobre racismo, tentam, seus propaladores, enquadrarem qualquer evento trágico, envolvendo negros e brancos, em crime de racismo. Crime esse só admissível, no Brasil, de brancos para negros, diferente do país de importação, pois nos EUA o contrário existe. Importam a parte que interessa, ou seja, promover uma guerra entre "raças".
E qual é o interesse verdadeiro? Dinheiro, como sempre. Todos gostamos de dinheiro. É uma invenção fantástica e nada há de mal nela. Não gosto quando é conseguido com enganações e mentiras. Com violência e malandragem. Uma falta de elegância, de educação, digamos.
Seria possível, descontando aqueles sinceros em seus sentimentos, ser esse o propósito desde o início? É uma hipótese. Obviamente, o falado, aqui, são conjecturas filosóficas. Não são acusações ou denúncias. Trata-se de mera especulação sobre fortes indícios, sobre o que aconteceu no Carrefour de uma cidade do Rio Grande do Sul.
A morte acidental de um cliente, até onde consta possuindo antecedentes criminais, manjado, supostamente, por suas "brincadeiras" com funcionários, que socou comprovadamente um segurança, antes de ser surrado, a fim de ser contido, rendeu, após protestos, inclusive com quebradeiras e incêndios, um fundo milionário para o combate ao racismo. Agora pergunto: quem pagará pelo mesmo e quem usufruirá dessa "boquinha"?
(em processo, sem revisão)

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