Faz alguns anos, certos jovens negros dos EUA foram condenados por racismo. Eles sequestraram e torturaram um jovem branco, pelo simples fato dele ser branco. Aqui, no Brasil, isso seria impossível, pois só se admite o racismo de branco para negro, alegando-se questões históricas e estruturais: o negro nunca estaria em posição superior a do branco e nunca, assim, teria chances de prejudicá-lo.
Até mesmo a injúria racial é pouco levada a sério, por aqui. Recentemente, uma garota instruída e bem posicionada na vida, negra, disse-me todo branco ser psicopata, devido a epífise dos mesmos serem defeituosas. Isso já seria injúria racial, mas duvido que eu conseguiria, ao menos, registrar um BO.
Não nego existir racismo no Brasil, nego a forma como ele é entendido e combatido, normalmente, no chamado Movimento Negro. Alguns negros importaram discursos e ações do mesmo EUA e forçaram a barra para encaixar os fatos em suas teorias. Assim, qualquer tipo de agressão de branco para com um negro vira racismo. O negro sempre será a vítima e o branco sempre será o europeu opressor.
Esses senhores e senhoras negras, dessa maneira, tiram proveito de uma situação fantasiosa, atrapalhando uma conversa mais séria e honesta sobre o assunto. Assunto que não diz respeito somente aos negros, como querem esses mesmos citados. Se existe um oprimido, existem um opressor.
E para citar Paulo Freire, ambos devem ser libertados. Contudo, Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, irá nos falar em agressão, algo além da opressão. Quando chegamos nesse ponto, resta-nos reagir à mesma, também com agressão. Para quem adota tal discurso, justifica-se sair quebrando tudo por aí e agredindo a brancos. Se é uma guerra que querem, sem dúvidas alguma, eles a encontrarão. É uma pena.
Vivemos em um Estado hipócrita, de Anarquia leviana, com religião fútil e um povo imbecil, muitas vezes. A grande mídia está aí para provar e reiterar o que digo.
Justificando, melhor, as minhas colocações.
(em processo, sem revisão)







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