sábado, 21 de novembro de 2020

Estado Hipócrita, Anarquia Leviana, Religião Fútil e Povo Imbecil. O Caso Carrefour.

Protestos contra o Carrefour.


Suposta folha corrida do comprador morto.


Câmera de segurança mostra o comprador morto começando as agressões.




Pessoas negras acusadas de racismo, nos EUA.

Exemplo das dezenas de discussões, que venho travando, pelo Facebook.

 Pois é, mais uma vez, os antirracistas de plantão utilizam um caso isolado para motivar protestos e depredações.

 Faz alguns anos, certos jovens negros dos EUA foram condenados por racismo. Eles sequestraram e torturaram um jovem branco, pelo simples fato dele ser branco. Aqui, no Brasil, isso seria impossível, pois só se admite o racismo de branco para negro, alegando-se questões históricas e estruturais: o negro nunca estaria em posição superior a do branco e nunca, assim, teria chances de prejudicá-lo.

Até mesmo a injúria racial é pouco levada a sério, por aqui. Recentemente, uma garota instruída e bem posicionada na vida, negra, disse-me todo branco ser psicopata, devido a epífise dos mesmos serem defeituosas. Isso já seria injúria racial, mas duvido que eu conseguiria, ao menos, registrar um BO.

Não nego existir racismo no Brasil, nego a forma como ele é entendido e combatido, normalmente, no chamado Movimento Negro. Alguns negros importaram discursos e ações do mesmo EUA e forçaram a barra para encaixar os fatos em suas teorias. Assim, qualquer tipo de agressão de branco para com um negro vira racismo. O negro sempre será a vítima e o branco sempre será o europeu opressor.

Esses senhores e senhoras negras, dessa maneira, tiram proveito de uma situação fantasiosa, atrapalhando uma conversa mais séria e honesta sobre o assunto. Assunto que não diz respeito somente aos negros, como querem esses mesmos citados. Se existe um oprimido, existem um opressor.

E para citar Paulo Freire, ambos devem ser libertados. Contudo, Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, irá nos falar em agressão, algo além da opressão. Quando chegamos nesse ponto, resta-nos reagir à mesma, também com agressão. Para quem adota tal discurso, justifica-se sair quebrando tudo por aí e agredindo a brancos. Se é uma guerra que querem, sem dúvidas alguma, eles a encontrarão. É uma pena.

Vivemos em um Estado hipócrita, de Anarquia leviana, com religião fútil e um povo imbecil, muitas vezes. A grande mídia está aí para provar e reiterar o que digo.

Justificando, melhor, as minhas colocações. 

(em processo, sem revisão)

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