domingo, 29 de novembro de 2020

O Nazismo Carnavalizado do Brasil.

 


Diziam, outrora,  os anarquistas expulsos do Brasil, o mesmo não precisar deles, pois, aqui, não existia governo. Existe, sim, governo, mas governando ao contrário.

Somos o país da baderna, do barulho, da sujeira e da falta de educação. Quem tem um pouco mais de consciência, por nossas terras, sofre nas mãos dos noias, dos porcalhões, dos deseducados, da bandidagem em geral. 

Quem manda, de verdade, é a mídia e o crime organizado. O maior emblema disso é as escolas estarem fechadas, devido à pandemia, e os pancadões (bailes funk), estarem a todo vapor. E quando a mesma mídia aborda o assunto, o problema é a falta do uso de máscara dos marginais frequentadores desse verdadeiro estupro psicológico, físico, espiritual e financeiro.

E falar o que dos movimentos sociais fabricantes de "fatos"? Fazendo de bandidos heróis? De quem está trabalhando vilão? 

Viver no Brasil é ter de juntar-se aos cafajestes ou perecer de raiva e na bala. E ainda temos que engolir um senhor falando ser o Brasil Pátria do Evangelho e Coração do Mundo!

Esse é o Brasil, o do nazismo carnavalizado. 

(em processo, sem revisão)

sábado, 28 de novembro de 2020

A Leviandade de Certos Movimentos Sociais e de Políticos Oportunistas. Caso Carrefour, do Rio Grande do Sul - Brasil.

 


Recentemente, um senhor foi morto, acidentalmente, em unidade do supermercado Carrefour. Por ser negro e os seguranças, que tentaram contê-lo, serem  brancos, certos movimentos socais, ditos antirracistas, e alguns políticos oportunistas, saíram às ruas em protestos, inclusive depredando e incendiando unidades do Carrefour.

Acontece ser esse senhor morto um encrenqueiro contumaz, como evidencia a sua folha corrida na polícia e alguns depoimentos de clientes e funcionários do dito supermercado.

É sempre assim, nesses casos. Fazem de acidentes homicídios dolosos, com motivação racista, justamente para faturarem espaço nas mídias, às quais embarcam na mesma viagem oportunista. 

Tudo isso, para mim, cria clima de guerra entre brancos e negros, impedindo discussão mais séria sobre assunto pertinente a ambos. E não só aos negros, como querem os mesmos grupos antirracistas mal intencionados. Mas há, felizmente, pessoas sérias discutindo a questão, como o professor Paulo Cruz.

(em processo, sem revisão)

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Um País Onde Educação é Levada a Sério e Outro Onde a Baderna Vem de Cima.

 



Enquanto, no Japão, crianças limpam banheiros das escolas para civilizarem-se, no Brasil candidatos a cargos políticos fazem baderna, emporcalhando as ruas com seus santinhos e drogas desse tipo.

Em um país onde tudo vira carnaval e as pessoas se indignam com mentiras e lorotas, deixando de agir seriamente em questões fundamentais, como o combate ao barulho, à sujeira e à falta de educação, só pode, mesmo, abundar, recebendo auxílio emergencial e outros, muitas vezes, "noias" e "desocupados" (no sentido filosófico, sem ofender a ninguém, por favor).   

Sempre será assim, quando só se fala em direitos e nunca em deveres.

(em processo, sem revisão)

Terrenos da Enel e da Transpetro, no Jardim Miriam, São Limpos, Após Mais de Um Ano de Reclamações.

 













Depois de mais de um ano de insistência, conseguimos que os terrenos localizados na esquina da Avenida Cupecê com a Rua Rubens Luccats, Jardim Miriam, São Paulo - SP, fossem limpos por seus proprietários, a Enel (parte de cima) e a Transpetro (parte de baixo). 

Batalha vencida. Contamos, inclusive, com a  ajuda do Conseg Jardim Miriam.  Mas, infelizmente, nada fizeram para evitarem novos descartes criminosos de lixo, de entulho e de bagulhos. Esse descarte é, também, feito por comerciantes e prestadores de serviço das redondezas. 

Além de utilizarem os terrenos para o descarte, utilizam a calçada. E a prefeitura tomou a única atitude de fazer trabalho paisagístico, sem nem mesmo cuidar do arranjo.

Colocaram algumas placas. Já vi uma delas, pelo menos, arrancada e jogada no próprio terreno. 

Esse é o nosso pais. Enxuga gelo e nada de atitudes mais duradouras. Não há fiscais para multarem, câmeras funcionando para monitorarem e policiamento no local para intimidar.   

A guerra continua!

(em processo, sem revisão)

terça-feira, 24 de novembro de 2020

A Lógica Capitalista dos Protestos Antirracismo (Carrefour).

 


Para início de conversa, não negarei a existência do racismo no Brasil. Mas o que dizem ser estrutural é, para mim, falácia, pois, estruturalmente, o que existe é uma hipocrisia generalizada do Estado. Age ao sabor das conveniências e da grande mídia, apoiando-se em suas pernas de centopeia. Defende a "moda" de cada instante, sem atacar os problemas reais, por exemplo, o barulho, a sujeira e a falta de educação, fatores impedidores do progresso espiritual e material do nosso país.

Exagero meu, dizer serem esses os nossos problemas estruturais? Nem tanto... Defendo uma mudança de mentalidade, partindo daquilo mais elementar, mais fácil, digamos assim. Feito isso, estaremos aptos aos grandes desafios. 

O caso Carrefour é flagrante. Diante da importação de uma ideologia dos EUA sobre racismo, tentam, seus propaladores, enquadrarem qualquer evento trágico, envolvendo negros e brancos, em crime de racismo. Crime esse só admissível, no Brasil, de brancos para negros, diferente do país de importação, pois nos EUA o contrário existe. Importam a parte que interessa, ou seja, promover uma guerra entre "raças".

E qual é o interesse verdadeiro? Dinheiro, como sempre. Todos gostamos de dinheiro. É uma invenção fantástica e nada há de mal nela. Não gosto quando é conseguido com enganações e mentiras. Com violência e malandragem. Uma falta de elegância, de educação, digamos. 

Seria possível, descontando aqueles sinceros em seus sentimentos, ser esse o propósito desde o início? É uma hipótese. Obviamente, o falado, aqui, são conjecturas filosóficas. Não são acusações ou denúncias. Trata-se de mera especulação sobre fortes indícios, sobre o que aconteceu no Carrefour de uma cidade do Rio Grande do Sul.

A morte acidental de um cliente, até onde consta possuindo antecedentes criminais, manjado, supostamente, por suas "brincadeiras" com funcionários, que socou comprovadamente um segurança, antes de ser surrado, a fim de ser contido, rendeu, após protestos, inclusive com quebradeiras e incêndios, um fundo milionário para o combate ao racismo. Agora pergunto: quem pagará pelo mesmo e quem usufruirá dessa "boquinha"?

(em processo, sem revisão)      

sábado, 21 de novembro de 2020

Estado Hipócrita, Anarquia Leviana, Religião Fútil e Povo Imbecil. O Caso Carrefour.

Protestos contra o Carrefour.


Suposta folha corrida do comprador morto.


Câmera de segurança mostra o comprador morto começando as agressões.




Pessoas negras acusadas de racismo, nos EUA.

Exemplo das dezenas de discussões, que venho travando, pelo Facebook.

 Pois é, mais uma vez, os antirracistas de plantão utilizam um caso isolado para motivar protestos e depredações.

 Faz alguns anos, certos jovens negros dos EUA foram condenados por racismo. Eles sequestraram e torturaram um jovem branco, pelo simples fato dele ser branco. Aqui, no Brasil, isso seria impossível, pois só se admite o racismo de branco para negro, alegando-se questões históricas e estruturais: o negro nunca estaria em posição superior a do branco e nunca, assim, teria chances de prejudicá-lo.

Até mesmo a injúria racial é pouco levada a sério, por aqui. Recentemente, uma garota instruída e bem posicionada na vida, negra, disse-me todo branco ser psicopata, devido a epífise dos mesmos serem defeituosas. Isso já seria injúria racial, mas duvido que eu conseguiria, ao menos, registrar um BO.

Não nego existir racismo no Brasil, nego a forma como ele é entendido e combatido, normalmente, no chamado Movimento Negro. Alguns negros importaram discursos e ações do mesmo EUA e forçaram a barra para encaixar os fatos em suas teorias. Assim, qualquer tipo de agressão de branco para com um negro vira racismo. O negro sempre será a vítima e o branco sempre será o europeu opressor.

Esses senhores e senhoras negras, dessa maneira, tiram proveito de uma situação fantasiosa, atrapalhando uma conversa mais séria e honesta sobre o assunto. Assunto que não diz respeito somente aos negros, como querem esses mesmos citados. Se existe um oprimido, existem um opressor.

E para citar Paulo Freire, ambos devem ser libertados. Contudo, Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, irá nos falar em agressão, algo além da opressão. Quando chegamos nesse ponto, resta-nos reagir à mesma, também com agressão. Para quem adota tal discurso, justifica-se sair quebrando tudo por aí e agredindo a brancos. Se é uma guerra que querem, sem dúvidas alguma, eles a encontrarão. É uma pena.

Vivemos em um Estado hipócrita, de Anarquia leviana, com religião fútil e um povo imbecil, muitas vezes. A grande mídia está aí para provar e reiterar o que digo.

Justificando, melhor, as minhas colocações. 

(em processo, sem revisão)

O Militante Antirracismo Oportunista.

 



Antes de tudo, sim, quem aqui escreve é branco. Nem tentarei argumentar ser neto de jornaleros andaluzes. Para quê? Quem se importa com isso, não é mesmo?

Claro, todo branco é racista. O negro é sempre a vítima indefesa. Racismo, no Brasil, é do branco contra o negro. O contrário nem é concebido. Todo branco é psicopata, por defeito da epífise, a qual controla a melanina, disseram-me certa vez. 

Esse não é o primeiro caso em que um "santo" é "espancado" até à morte por "racistas" brancos. Isso é dito, logo de cara, por certa mídia e repetido nas redes sociais. Exaltando o povo justiceiro, ávido por combater o racismo e cortar o mal pela raiz. 

Não nego o racismo. Claro que existe. De todo tipo. Mas o que vemos hoje é o oportunismo em se falar de racismo. "Negro está na moda", como é dito no filme "Corra". Cor de pele virou currículo. E ai de quem tiver outras predileções!

Para mim, tudo isso só diminui o negro. Ter empresas tirando de suas exigências por vaga de emprego o conhecimento do inglês, por exemplo, quando se trata de candidatos negros, é tratar o mesmo como incapaz, como inferior.

A tal da dívida social deveria incluir deveres, também. Mostrar uma senhora negra, em uma favela, com nove filhos, abandonados pelo pai, pedindo auxílio, não é fazer justiça social, é passar a mão na cabeça de irresponsáveis. Colocar filho no mundo, sem condições de criá-los com dignidade, é, para mim, ato criminoso. Camisinhas são distribuídas gratuitamente e são muito fáceis de usar.

No caso do Carrefour, do dia 20/11/2020, até onde pude observar, o senhor que morreu, aparentemente,  de infarto ou por asfixia, como falam outros jornais, não em consequência de socos (embora tenha tomado muitos, até sangrar), agrediu uma funcionária do estabelecimento e lutou para não ser imobilizado. Tinha antecedentes criminais por violência doméstica, ameaça e porte ilegal de arma.

A morte desse cidadão foi acidental, contudo tenha havido muita violência. Não foi deliberadamente um ato racista, como querem crer os militantes antirracismo de plantão.

(em processo, sem revisão)

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Vítima de Pancadão, Baile Funk (Morador), Pede Indenização, Por Não Poder Habitar a Sua Casa Própria e Ter Que Pagar Aluguel.

 




Nós, as verdadeiras vítimas dos pancadões, precisamos fazer o governo se mexer para acabar com esse flagelo brasileiro. Não podemos esmorecer em nossa luta por um país melhor. Acabar com os pancadões, bailes funk, é exterminar um crime de lesa humanidade. Pancadão é estupro físico, psicológico, moral, espiritual e financeiro.

Estamos levando a nossa mensagem de desespero para todas as entidades de cidadania e de direitos humanos. Eles precisam admitir a nossa existência e perceberem o mal que alimentam, ao só dar espaço para aqueles que promovem e frequentam pancadões, bailes clandestinos de rua.   

O governo e a mídia são os grandes responsáveis por esse crime não ser considerado de grande poder ofensivo, por não termos os nossos direitos garantidos. Queremos indenização para as verdadeiras vítimas dos pancadões, os moradores. Deixamos a nossa casa própria para pagarmos aluguel. Queremos justiça!

(em processo, sem revisão)

O Governo Brasileiro, Em Todas as Esferas, Vive de Alimentar a Pobreza.

 


Ao invés de incentivar o povo a ter menos filhos, para enriquecer, o governo brasileiro, em todas as esferas, vive de alimentar a pobreza e a ignorância. Quando vemos pessoas estampadas como pobres, parece serem a mesma figura de décadas e décadas. É um tipo a reproduzir-se, propositadamente, a fim de manter uma situação confortável, para quem está acostumado a mandar e a viver do bem-bom.

Usar camisinha é fácil. Difícil é tirar da cabeça dos doutrinados, em "igrejas" várias, a ideia de colocar gente no mundo para sofrer. Esse tipo de pessoa acha lindo ter filhos, sem poder criá-los. Depois,  exibem-nos, com orgulho, nas TVs, com eles passando fome e necessidade de todo tipo. 

Até quando aceitaremos essa patifaria?

(em processo, sem revisão)


E-Mails Enviados Para a Ouvidoria de Diadema - SP Tratando do Lixo no Centro da Cidade.

 





















































O Centro de Diadema - SP é uma lata de lixo gigantesca. As fotos acima são pálida ideia disso. E parece que a prefeitura pouco se importa com o fato.

Já conversamos, pessoalmente, com o ouvidor da cidade e através de inúmeros e-mails. Ele fala na necessidade de flagrante. Mas flagrante como? Onde estão os fiscais para isso? E para que flagrante, quando é evidente serem alguns comerciantes bem conhecidos os porcalhões? 

Bela figura faz a administração atual que, aliás, não conseguiu eleger um sucessor. Nem poderia, com esse descaso pela cidade.

E o nosso povo? Como admite isso? Como consegue conviver com tanta porcaria espalhada pelas ruas?

(em processo, sem revisão) 

A Oração (Prece, Reza) No Teatro.

A Oração (Prece, Reza) No Teatro. Quem inventou a oração, a prece, a reza? A oração não foi “inventada” por uma única pessoa. Ela surgiu de ...