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terça-feira, 18 de março de 2025
Reflexões Em Torno da Lei 1046, Artigo 1277, do Código Civil Brasileiro. Caso: Escola Barulhenta.
Quero que
faça uma reflexão, baseada em fatos e em decisões judiciais, em com a lei 1.046
do código civil brasileiro, em seu artigo 1.277, possa ser usada para resolver
ou amenizar problema de morador de apartamento de um bairro vizinho à escola
barulhenta.
O ChatGPT disse:
A **Lei
nº 10.406/2002**, que institui o **Código Civil Brasileiro**, contém em seu
**artigo 1.277** uma norma que pode ser utilizada para buscar soluções para
moradores que sofrem com o barulho excessivo de uma escola vizinha. O artigo
estabelece: **"O proprietário ou proprietário de um prédio tem o direito
de fazer cessar as interferências relativas à segurança, ao sossego e à saúde
dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha." No
caso de uma escola que produza ruídos excessivos, um morador do bairro vizinho
pode acionar a Justiça para buscar uma solução, desde que consiga comprovar que
o barulho ultrapassa os limites aceitáveis. #### **Jurisprudência Aplicável**
Há diversas decisões judiciais que aplicam o artigo 1.277 em casos semelhantes.
Os tribunais geralmente avaliam se o ruído **excede os limites estabelecidos
por normas ambientais**, conforme a **Resolução CONAMA 01/1990** e as **Normas
da ABNT (NBR 10.151 e NBR 10.152)**. Em um caso julgado pelo Tribunal de
Justiça de São Paulo (**Apelação nº 1014622-40.2017.8.26.0564**), um morador
conseguiu que a Justiça determinasse a redução dos ruídos provenientes de um
estabelecimento comercial vizinho, pois ficou comprovado que os níveis de ruído
estavam acima do permitido. Esse resumo pode ser aplicado ao caso de uma
escola. ### **Possíveis Soluções** Diante do artigo 1.277 do Código Civil, o
morador do bairro vizinho pode adotar diferentes estratégias para resolver ou
amenizar o problema: 1. **Diálogo e Mediação** – O primeiro passo é tentar uma
solução amigável com a escola, solicitando a adoção de medidas para reduzir o
barulho, como isolamento acústico e horários mais adequados para atividades
barulhentas. 2. **Denúncia
Você disse:
Qual é o
procedimento do morador do apartamento em relação à escola barulhenta, deve
constituir advogado?
O ChatGPT disse:
O morador
do apartamento que sofre com o barulho excessivo da escola pode tomar algumas
providências antes de recorrer à Justiça. Dependendo do caso, pode não ser
necessário constituir advogado imediatamente. ### **Passos Iniciais (Sem
Advogado)** 1. **Diálogo com a Escola** - O primeiro passo é tentar resolver a
questão de forma amigável. O morador pode entrar em contato com a administração
da escola e expor o problema, solicitando medidas como isolamento acústico ou
ajustes nos horários das atividades barulhentas. 2. **Registro de Reclamações**
- Caso o diálogo não funcione, o morador pode formalizar reclamações em órgãos
como: - **Prefeitura Municipal** (setor de fiscalização ambiental ou
urbanística); - **Secretaria do Meio Ambiente** (responsável pelo controle de
ruídos); - **Ministério Público** (se houver acusações de irregularidade
administrativa); - **Polícia Militar ou Guarda Municipal** (se o barulho
ocorrer em horários impróprios). 3. **Medição do Ruído** - Para fortalecer a
tranquilidade, é importante obter uma **medição oficial do nível de ruído**,
que pode ser feita pela Prefeitura ou por empresas especializadas. - A **ABNT
NBR 10.151** define os níveis máximos permitidos de ruído conforme a zona
(residencial, comercial, mista, etc.). 4. **Registro de Provas** - O morador
deve reunir **provas**, como: - **Gravações de áudio e vídeo** demonstrando o
nível do barulho; - **Relatos de outros moradores** afetados; - **Laudos
técnicos** sobre a intensidade do ruído; - **Histórico de reclamações feitas às
autoridades**. --- ### **Quando é Necessário Advogado?** Se as medidas
extrajudiciais não surtirem efeito, o morador pode ingressar com uma **ação
judicial** para cessar o incômodo e, possivelmente, pedir **indenização por
danos morais**. - Se a ação for **no Juizado Especial Cível (pequenas causas)**
e o valor da indenização não ultrapassar **40 alterações mínimas**, o morador
pode entrar com o processo **sem advogado** (obrigatório apenas acima de 20
alterações mínimas). -
Sim, há diversos casos no Brasil em que vizinhos de escolas ingressaram na Justiça por conta de barulho excessivo e obtiveram decisões favoráveis, levando as instituições a adotarem medidas para reduzir a poluição sonora. Aqui estão alguns exemplos:
1. Escola condenada a indenizar vizinhos por excesso de barulho – Campo Grande (MS)
Em 2020, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul condenou uma escola a pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais a cada um de dois vizinhos.Eles alegaram que, desde 1986, sofriam com o barulho excessivo proveniente da instituição.Apesar de um acordo anterior para reduzir o volume, a escola não cumpriu as medidas acordadas.O desembargador destacou que o barulho gerou "desassossego e estresse", afetando a tranquilidade dos moradores. Campo Grande News+1A Crítica+1
2. Justiça proíbe colégio de emitir ruídos que perturbem a vizinhança – Brasília (DF)
Em 2015, a 18ª Vara Cível de Brasília confirmou uma liminar que obrigava o Colégio Imaculada Conceição a não realizar eventos com ruídos acima dos limites legais.O autor da ação, morador da região há 34 anos, relatou transtornos causados por eventos no ginásio da escola.A juíza determinou multa diária de R$ 5.000, limitada a R$ 100.000, em caso de descumprimento, e fixou indenização por danos morais em R$ 3.000. Jornal de Brasília+1TJDFT+1Tribunal de Justiça do Paraná+2TJDFT+2Jornal de Brasília+2
3. Justiça ordena silêncio na hora do recreio – Florianópolis (SC)
Em Florianópolis, vizinhos da Escola Jardim Anchieta conseguiram uma liminar obrigando a instituição a controlar o barulho durante o recreio.O juiz argumentou que o agrupamento de crianças e adolescentes produz barulho que pode ser prejudicial à saúde dos vizinhos.A decisão gerou debates na cidade sobre o equilíbrio entre o direito ao sossego e as atividades escolares. Migalhas
4. Escritora vence ação contra escola maternal barulhenta – São Paulo (SP)
Uma escritora entrou na Justiça contra uma escola maternal devido ao barulho excessivo de atividades diárias e eventos.Após registrar boletins de ocorrência e reunir provas, ela conseguiu uma decisão judicial que obrigava a escola a fornecer um número de contato para reclamações imediatas e a ajustar o volume das atividades conforme a Lei do Silêncio.O descumprimento acarretaria prejuízos à instituição. Milton Ribeiro
Esses casos demonstram que é possível buscar judicialmente o controle da poluição sonora causada por instituições de ensino.As decisões geralmente levam em consideração o direito ao sossego dos moradores e a necessidade de as escolas adotarem medidas para minimizar o impacto sonoro de suas atividades.
Se desejar, posso fornecer informações sobre como registrar uma reclamação formal ou iniciar um processo judicial em sua região.
Você disse:
Existem casos a mais falando de barulho de gritos histéricos e falatório, bem como de aula de educação física, entrada e saída?
O ChatGPT disse:
Sim, há registros de casos judiciais no Brasil em que moradores ingressaram na Justiça devido ao barulho excessivo proveniente de escolas, incluindo gritos, falatórios, atividades de educação física e movimentação durante entrada e saída dos alunos. Aqui estão alguns exemplos:
1. Multa por barulho de alunos em quadra esportiva – São Paulo (2024)
Em novembro de 2024, a Prefeitura de São Paulo, por meio do Programa Silêncio Urbano (Psiu), multou a Escola Estadual Professor Fidelino Figueiredo em R$ 44 mil após reclamações de um morador sobre o barulho dos estudantes durante atividades na quadra de esportes.Apesar de medidas adotadas pela escola para reduzir o ruído, o morador alegou incômodo contínuo.O caso está sob investigação policial devido a alegações de ameaças feitas pelo reclamante aos funcionários da escola. Folha de S.Paulo
2. Ação judicial contra barulho de gritos e falatórios – São Paulo
Uma escritora residente próxima a uma escola maternal em São Paulo ingressou com ação judicial devido ao barulho excessivo causado por gritos, falatórios e atividades escolares.Após tentativas de resolução amigável, a Justiça determinou que a escola fornecesse um número de contato para reclamações imediatas e ajustasse o volume das atividades conforme a Lei do Silêncio.O descumprimento acarretaria prejuízos à instituição.
3. Ameaça de fechamento de escola por barulho de alunos – São Paulo (2020)
Em 2020, o Ministério Público notificou a Escola Estadual Godofredo Furtado, localizada em Pinheiros, São Paulo, sobre o barulho excessivo causado pelos alunos.O promotor ameaçou multar e até interditar a escola caso providências não fossem tomadas para reduzir o ruído, que gerava "insuportável incômodo aos vizinhos". UOL Notícias
4. Modelo de ação civil pública por poluição sonora em escola
Há modelos de ações civis públicas disponíveis que abordam a poluição sonora causada por escolas, incluindo barulhos provenientes de atividades esportivas, festas e movimentações durante entrada e saída dos alunos.Esses modelos destacam o impacto negativo do ruído contínuo na qualidade de vida dos moradores vizinhos e servem como referência para ações judiciais semelhantes. Investidura
Esses casos demonstram que é possível buscar judicialmente o controle da poluição sonora causada por instituições de ensino.As decisões geralmente levam em consideração o direito ao sossego dos moradores e a necessidade de as escolas adotarem medidas para minimizar o impacto sonoro de suas atividades.
Se desejar, posso fornecer informações sobre como registrar uma reclamação formal ou iniciar um processo judicial em sua região.
Nesses casos citados acima, quais foram os recursos jurídicos utilizados?
O ChatGPT disse:
Nos casos citados anteriormente sobre barulho excessivo em escolas, os autores (moradores, vizinhos ou afetados) recorreram a diferentes recursos jurídicos, todos amparados pela legislação brasileira que protege o direito ao sossego, à saúde e ao meio ambiente equilibrado. Abaixo listo os principais mecanismos jurídicos utilizados:
✅ 1. Ação Civil Pública ou Ação Ordinária com Pedido de Indenização por Dano Moral
Usada quando o barulho contínuo causa sofrimento, estresse ou prejuízo à saúde mental do morador.
Base legal:
Código Civil, art. 186 e 927 (atos ilícitos e responsabilidade civil)
Constituição Federal, art. 5º, incisos V e X (indenização por dano moral)
Lei da Ação Civil Pública (Lei 7.347/85) – quando há interesse coletivo ou difuso.
Exemplo:
O caso da escola em Campo Grande (MS) em que vizinhos receberam R$ 5 mil de indenização cada um, por danos morais.
✅ 2. Ação com Pedido de Tutela Antecipada / Liminar
Usada para interromper imediatamente o barulho, mesmo antes do julgamento final.
Base legal:
Código de Processo Civil, arts. 300 a 311 (tutela de urgência)
Exemplo:
O Colégio Imaculada Conceição, em Brasília, foi proibido por liminar de realizar eventos com ruídos acima do permitido, sob pena de multa diária.
✅ Reclamações Administrativas + Auto de Infração
Em muitos casos, os autores registram queixas na Prefeitura, Ouvidoria, Ministério Público ou órgão ambiental municipal, pedindo aplicação da Lei do Silêncio, e isso gera:
Multas pela fiscalização (ex: caso do Psiu, em São Paulo)
Laudos técnicos de medição sonora (com decibelímetros)
Relatórios do órgão de vigilância sanitária ou ambiental
Base legal:
Leis Municipais do Silêncio (variáveis por cidade)
Lei de Crimes Ambientais – Lei 9.605/98, art. 54 (poluição sonora)
Código de Posturas Municipais (uso urbano, sossego público)
✅ Boletins de Ocorrência e Representações no Ministério Público
Usados quando há reincidência ou falta de solução administrativa. Em alguns casos, o MP pode abrir inquérito civil e propor Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a escola.
✅ Laudos e Provas Fundamentais
Para qualquer ação, os autores geralmente apresentam:
Laudos de medição sonora (acima de 50 dB à noite ou 70 dB de dia)
Vídeos e gravações dos gritos, falatórios ou apitos
Relatórios médicos ou psicológicos (se houver impacto na saúde)
Testemunhas ou abaixo-assinados de vizinhos
Se quiser, posso redigir um modelo de notificação extrajudicial, reclamação administrativa ou petição judicial com base no seu caso. Também posso indicar a legislação exata da sua cidade se você me disser o município.
Você disse:
É possível citar outras leis que foram utilizadas nos casos apontados?
O ChatGPT disse:
Sim, é perfeitamente possível! Além das leis que já citei, os casos jurídicos envolvendo barulho excessivo de escolas frequentemente utilizam um conjunto de normas e princípios legais que sustentam as decisões judiciais. Abaixo estão as principais leis e dispositivos legais citados ou invocados nos casos mencionados, com explicações:
⚖️ 1. Constituição Federal de 1988
Art. 5º, incisos V e X – Garante o direito à indenização por danos morais e à intimidade, vida privada e tranquilidade.
Art. 225 – Direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, inclusive sonoro.
Art. 1º, inciso III – Dignidade da pessoa humana como fundamento da República.
⮕ Usado para sustentar que o barulho excessivo compromete o bem-estar e o direito à paz.
⚖️ 2. Código Civil (Lei 10.406/2002)
Art. 186 – Quem causa dano a outrem comete ato ilícito.
Art. 927 – Dever de indenizar o dano causado.
Art. 1.277 – O proprietário tem o direito de usar sua propriedade sem interferências prejudiciais como fumaça, ruídos ou vibrações de vizinhos.
⮕ Usado em ações por danos morais, materiais e para responsabilização civil.
⚖️ 3. Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998)
Art. 54 – Causar poluição de qualquer natureza que resulte ou possa resultar em danos à saúde humana, incluindo a sonora.
⮕ Base para responsabilização criminal e para atuação do Ministério Público ou polícia ambiental.
⚖️ 4. Leis Municipais (Lei do Silêncio, Posturas Urbanas)
Cada cidade tem sua legislação específica que define os níveis de ruído permitidos por horário e local. Exemplos:
São Paulo – Lei 16.402/2016 e regulamentos do PSIU.
Rio de Janeiro – Decreto 6.538/1987 (Lei do Silêncio)
Belo Horizonte – Lei 9.505/2008
Curitiba – Lei 10.625/2002
⮕ Usadas para fundamentar autos de infração, multas e ordens de cessação de ruídos.
⚖️ 5. Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990)
(Em alguns casos, escolas particulares são tratadas como prestadoras de serviço)
Art. 6º, inc. I e VI – Direito à saúde, segurança e proteção contra práticas abusivas.
Art. 14 – Responsabilidade objetiva do prestador de serviço por danos causados.
⮕ Invocado por clientes de escolas particulares que não tomam providências contra barulho.
⚖️ 6. Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001)
Art. 2º, inc. VI e VII – Ordenamento territorial deve garantir o bem-estar dos cidadãos.
Instrumentos urbanísticos podem ser exigidos do poder público, como fiscalização e zoneamento correto.
⮕ Usado quando se questiona o licenciamento ou localização de escolas em áreas residenciais.
⚖️ 7. Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015)
Arts. 300 a 311 – Tutelas de urgência (liminares)
Art. 319 – Requisitos da petição inicial
Art. 497 – Obrigação de fazer (ex: instalar isolamento acústico)
⮕ Usado nas ações judiciais para buscar soluções rápidas e forçar adequações.
Se você quiser, posso montar um pequeno roteiro jurídico ou modelo de petição com base em um desses fundamentos, de acordo com sua realidade. Basta me dizer em que cidade e situação você quer aplicar isso.
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