Temos divulgado a palavra, através dos atos.
Forma de diálogo próprio.
Acertou o nariz, no momento do cumprimento, por acaso?
Deixou a casa na nossa responsabilidade uma semana.
Só quem estivesse disposto a gastar energia e dinheiro na melhoria da cidade, Ilha Bela, mobilizando em prol...
Que digo? Por que deveríamos nos preocupar? Pela possibilidade da reencarnação?
Pelo carma?
Pelo dharma?
Qual a razão para tanto?
Quando a letra for perfeita...
Quando a letra for perfeita!
Sonhar acordado é prazer? Mentirmos para nós mesmos?
Império X Nação.
Nação é conceito de organização do território, possibilitando diversidade de expressão estética e comportamental (Cultura), maior capacidade de incentivar a socialização (trocas de mercadorias e de valores espirituais), guerras menos sangrentas, pois as chances de acordos e tratados aumentam.
Incentivar a Nação é dar maiores alternativas ao Planeta de mudanças graduais e sustentáveis (Teoria Gaia).
A favela venceu, também, na Ilha Bela.
Mas é tão frágil, a ponto de dois velhos insanos mudarem a cara de tudo, ao catarem lixo em abundância pelas ruas e praias.
No planeta dos cultos, o turismo religioso perdeu-se, inclusive sem a cachaça básica.
É necessário qualificar o povo brasileiro, através da etiqueta. Ter comportamento favela é antiético. Impor suposto domínio de armas, em rede de intrigas, é desrespeito ao nosso ser, autista.
Escravizarão a eles, os seres autistas, agora?
Aceitar tamanho jugo, deixando propalarem o barulho, a sujeira e a falta de educação (grupo de noias), em cena, por exemplo, de marmanjo bêbado e crianças a tomarem banho em fonte pública (na antiga, não na interativa) e jogarem água nos ônibus e automóveis, entrando numas e batendo boca com condutores.
Ou do jovem pedinte barbado, em bando, extorquindo e ameaçando (em tese) cliente de lanchonete, exigindo, ao menos, metade do caro pastel.
Carros e embarcações com som alto (forte): os famosos "pape" (pau pequeno). Fios restantes de consertos em postes, descartados nas calçadas e vias públicas. Mais o "projeto palanque", típico das Secretarias de Cultura e afins, com montagens de palcos completos e celebridades contratadas, juntamente com a patética arte local, incentivando o comportamento de gado. Falamos tudo isso hipoteticamente.
Os comércios vazios, apesar da superlotação da cidade, denunciam preocupações economicossociais sérias, principalmente ao vermos estabelecimentos distintos causando ruído (música em caixa) impossível de admitirmos chegarem aos nossos ouvidos.
A explicação dessa tolerância seletiva está na natureza e intenção do ato, caindo na categoria "extraterritorialidade", teoria da dominação, plenamente explicada em artigos de blogues.
Vivemos, em tese, em narcoestado, ou assim querem nos fazer parecer.
Porém, sendo otimista, investirmos em guerreiros honestos e ilibados, exercendo atividade de defesa educativa, seria paliativo no caminho dos verdadeiros resultados.
RESUMINDO: fora a fantasia desejada, barulho, sujeira e noia encontramos na ilha.
Capitão Caravaca Cara de Bebê.
(em processo, sem revisão)

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