Há alguns anos, fiz do combate ao barulho, à sujeira e à falta de educação missão. Falta de educação é, para mim, aqui no caso, bolinhos de usuários de drogas na frente de nossa casa. Apesar de poucas vezes atingir os objetivos plenamente, continuo na luta. Por quê?
Quando não consigo resolver uma questão, existe "a saída artística", ou seja, resolver o conflito através do trabalho de arte. É espécie de catarse (purgação) e garanto ser maneira eficiente de não se deprimir ou enlouquecer ou, até mesmo, suicidar-se.
Diante das produções artísticas, nas quais acabamos nos orientando e inspirando-nos, existem manifestações tidas, por alguns críticos, como "hamparte", ou seja, lixo, coisa sem valor, enganação. Acredito isso acontecer pela ampliação das possibilidades de expressão e diversificação de propostas, dentro das linguagens tradicionais.
Para os profissionais, o dilema implicará em vender ou não. Para o criador amador, livre dos críticos, a questão resume-se em experimentar de tudo e decidir qual o meio ou meios mais adequados para abordar o seu problema e resolvê-lo (artisticamente).
(em processo, sem revisão)

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