De alguma maneira, todos os candidatos do pleito de 2020 reiteram o paternalismo e a licenciosidade com que o barulho, a sujeira e a falta de educação são tratados no Brasil. Com medo de se passarem por autoritários, penalizam a classe média e a cultura bairro, valorizando a a pobreza crônica e a cultura favela (sempre tomada em sentido filosófico, definida, por nós, como a cultura da invasão e a da lei do cão).
O trabalhador honesto, cumpridor dos seus deveres, bem comportado e estudioso, paga pelos malandros de todo espécie, ricos e pobres, moradores da favela e do condomínio de luxo, porém comportando-se como babacas ordinários e rebeldes sem causa. E os políticos sempre com atitudes de bons moços, de pacificadores, de paizões de filhos mimados.
A liberdade é muito boa, mas é confundida, facilmente, com libertinagem. Caso o povo não se mobilize contra essa situação, amargará, primeiro, o abandono de seus imóveis e de seus queridos bairros, depois, sem ter para onde correrem, morrerão enlouquecidos.
(em processo, sem revisão)

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