sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

"Zé Arigó e a Minha Avó", Conto de Maurício Menossi Flores.

 



Há décadas, um possível erro do médium mineiro José Arigó deixou-me em dúvidas a respeito da veracidade das curas dele, ou melhor, do doutor Fritz, através do mesmo. Era como letra manuscrita, sem os movimentos obrigatórios da mão.

Em visita à minha irmã, novos dados mudaram a situação. Antes disso, a história, para mim, era a seguinte... Minha avó fora levada pela família à Congonhas do Campo, cidade do médium espírita, devido diagnóstico de possível câncer no estômago. Dona Antonieta sentia fortes dores abdominais. O que eu sabia era ela ter sido aberta (depois da consulta com Arigó) e nada terem encontrado. Tratava-se, segundo relatos da minha mãe, na época, de sombra de osso da cintura pélvica, pois o diagnóstico fora realizado através de simples radiografia. 

Pela conversa com a minha irmã, os remédios receitados por Arigó seriam para problemas nos ossos, os quais não foram comprados, devido à opinião de um médico da família, doutor José Lourenço, dizendo serem muito caros e menos eficazes dos já ministrados à anciã. Sendo assim, nada de erro. O diagnóstico estava correto. 

Isso tudo tirou-me a cisma sobre o trabalho espiritual do devotado "curandeiro".

(em processo, sem revisão)




segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Manifestações Recentes Em Brasília (8/01/2023) e Pancadões (Bailes Funk e Congêneres).

 


São muitas as vítimas, em São Paulo - SP e em outras cidades do Brasil, dos pancadões (bailes funk). Desde moradores, de ruas antes sossegadas, até policiais atendendo ocorrências. São Muitos a abandonarem suas casas próprias, indo pagar aluguel, tentando livrar-se do transtorno. Há os em tratamento psiquiátrico e psicológico, devido à agressão sofrida. Há aqueles que perderam dias de trabalho e noites de sono reparador. Há aqueles que não puderam ler um livro em paz, não puderam assistir ao programa de TV predileto, não puderam pedir uma simples pizza, para regalo da família. Isso sem falar no cheiro de maconha e de narguilé invadindo a sua casa  e na sujeira restante: garrafas de bebidas vazias, copos plásticos, embalagens de drogas ilícitas, camisinhas usadas, excrementos (urina e fezes). Durante um pancadão, o morador não pode sair de casa ou retornar a ela. Há aqueles que sofreram danos físicos maiores ainda, ao reagirem diante da enorme violência de um pancadão. Quando alguém decide tentar evitar um novo, atraindo a polícia para a rua, é vítima de ameaças partindo da bandidagem. Pancadão é um estupro psicológico, físico, moral e financeiro. Morador algum sai ileso depois de passar por um.  Pancadão é a desvalorização de nossos imóveis. O povo brasileiro precisa agir em legítima defesa. Nosso país não pode ser entregue, definitivamente, ao crime, a jovens e adultos ávidos por drogas e por sexo, em delírio orgástico pela agressão ao próximo. Pois essa é a diversão e o lazer de quem organiza e frequenta pancadão e não querem nada além disso ou diferente. O próprio Governo de São Paulo abriu mão de dispersar pancadões e o Comando Geral da Polícia Militar diz não ter condições de impedi-los na totalidade. As leis precisam mudar, considerando pancadão crime inafiançável, com penas elevadas. Pancadão é tortura, é estupro, é cárcere privado, é desmoralização, é desrespeito à propriedade privada, é privação do direito de ir e de vir. Todos(as) precisam ter os danos reparados.

E as autoridades e a grande mídia nada fazem em relação ao exposto acima. Agora, quando se trata das manifestações em Brasília, em 8/01/2023, o governo age prontamente e a mídia noticia dia e noite. Acusa os manifestantes de vândalos, de terroristas (não quero entrar nesse mérito) e promete punição exemplar para os envolvidos. Ou seja, o povo que se lasque, nas mãos dos "pobres adolescentes que não têm diversão" (essa é a abordagem das autoridades, do governo, para os pancadões), cegos (as autoridades constituídas, não as de fato) diante da extraterritorialidade imposta pelo crime organizado.  

(em processo, sem revisão)




quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Relatório Ilha Bela (dezembro/janeiro de 2022/2023).

Temos divulgado a palavra, através dos atos.

Forma de diálogo próprio.

Acertou o nariz, no momento do cumprimento, por acaso?

Deixou a casa na nossa responsabilidade uma semana.

Só quem estivesse disposto a gastar energia e dinheiro na melhoria da cidade, Ilha Bela, mobilizando em prol...

Que digo? Por que deveríamos nos preocupar? Pela possibilidade da reencarnação?

Pelo carma?

Pelo dharma?

Qual a razão para tanto?

Quando a letra for perfeita...

Quando a letra for perfeita!

Sonhar acordado é prazer? Mentirmos para nós mesmos?

Império X Nação.

Nação é conceito de organização do território, possibilitando diversidade de expressão estética e comportamental (Cultura), maior capacidade de incentivar a socialização (trocas de mercadorias e de valores espirituais), guerras menos sangrentas, pois as chances de acordos e tratados aumentam. 

Incentivar a Nação é dar maiores alternativas ao Planeta de mudanças graduais e sustentáveis (Teoria Gaia).

A favela venceu, também, na Ilha Bela.

Mas é tão frágil, a ponto de dois velhos insanos mudarem a cara de tudo, ao catarem lixo em abundância pelas ruas e praias.

No planeta dos cultos, o turismo religioso perdeu-se, inclusive sem a cachaça básica.

É necessário qualificar o povo brasileiro, através da etiqueta. Ter comportamento favela é antiético. Impor suposto domínio de armas, em rede de intrigas, é desrespeito ao nosso ser, autista. 

Escravizarão a eles, os seres autistas, agora?

Aceitar tamanho jugo, deixando propalarem o barulho, a sujeira e a falta de educação (grupo de noias), em cena, por exemplo,  de marmanjo bêbado e crianças a tomarem banho em fonte pública (na antiga, não na interativa) e jogarem água nos ônibus e automóveis, entrando numas e batendo boca com condutores.

Ou do jovem pedinte barbado, em bando, extorquindo e ameaçando (em tese) cliente de lanchonete, exigindo, ao menos, metade do caro pastel.

Carros e embarcações com som alto (forte): os famosos "pape" (pau pequeno). Fios restantes de consertos em postes, descartados nas calçadas e vias públicas. Mais o "projeto palanque", típico das Secretarias de Cultura e afins, com montagens de palcos completos e celebridades contratadas, juntamente com a patética arte local, incentivando o comportamento de gado. Falamos tudo isso hipoteticamente.

Os comércios vazios, apesar da superlotação da cidade, denunciam preocupações economicossociais sérias, principalmente ao vermos estabelecimentos distintos causando ruído (música em caixa) impossível de admitirmos chegarem aos nossos ouvidos.

A explicação dessa tolerância seletiva está na natureza e intenção do ato, caindo na categoria  "extraterritorialidade", teoria da dominação, plenamente explicada em artigos de blogues.

Vivemos, em tese, em narcoestado, ou assim querem nos fazer parecer.

Porém, sendo otimista, investirmos em guerreiros honestos e ilibados, exercendo atividade de defesa educativa, seria paliativo no caminho dos verdadeiros resultados.

RESUMINDO: fora a fantasia desejada, barulho, sujeira e noia encontramos na ilha.

Capitão Caravaca Cara de Bebê.

(em processo, sem revisão)

A Oração (Prece, Reza) No Teatro.

A Oração (Prece, Reza) No Teatro. Quem inventou a oração, a prece, a reza? A oração não foi “inventada” por uma única pessoa. Ela surgiu de ...