Li artigo (do qual coloco recortes aqui) de Hugo Possolo (se for mesmo dele, aquele que foi Secretário da Cultura em São Paulo - SP), defendendo o voto nulo, falando de protesto contra o próprio sistema, ou sistemas, inclusive o eleitoral.
Eu não faço a mesma crítica ao sistema, ou sistemas. Não gosto da Era Medieval imposta por bandidos, hoje, nas favelas, e que se espalha pelos bairros como cultura forjada, em conluio, aparente, entre o crime, o governo e as grandes construtoras. Contudo, falo em tese, filosoficamente, da minha subjetividade perceptiva.
Então, para mim, o voto nulo sistemático e crítico é algo mais existencial, ligado à própria espiritualidade de buscar a liberdade plena, sem amarras, como diria Malatesta.
Para o governo, basta ver recortes acima publicados do TSE, voto nulo embora seja considerado protesto, para nada é computado. Mas esquecem de dizer quais as consequências a longo prazo.
Há pouco, para mim, a se imaginar de uma situação onde ninguém mais queira votar e continue sendo obrigado ou "incentivado" por outros meios. O final parece ser uma Ditadura, governando um povo que não quer ser governado. Que tentaria organizar-se de maneira na qual o poder alheio nunca pudesse ser superior ao seu, sendo morto em suas primeiras manifestações como coagulo pustulento.
Vacuidade, enfim. Mas sendo bem realista mesmo, voto é sempre nulo. Só é menos hipócrita quem deixa isso claro. Puro efeito psicológico. Contudo você, em conversa franca, jamais deixará escapar o nome, sem querer, do facínora e do crápula eleito, eventualmente, inclusive, por você.
(em processo, sem revisão)



















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