O genocídio dos descendentes de europeus e de outros povos, dos imigrantes das levas do final do século XIX e início do XX, é evidente já há, pelo menos, vinte anos, até o ano 2022.
A valorização dos descendentes de escravizados de origem africana tem como uma de suas estratégias a desoreuropeização do Brasil, sendo a nossa análise focada mais no Estado de São Paulo.
"Poleiros e favelas enchei a Terra!". Essa é a nova ordem. A Favela venceu! E o condomínio tipo caixote prevaleceu sobre as nossas lindas serras, presentes na paisagem, no cenário paulistano.
Os descendentes de europeus, vindos para a lavoura do café, principalmente, expulsos de seus países por guerras e pela fome, foram lembrados até a década de 1980, segundo recordamos, no momento.
Agora, o que vemos é uma arquitetura e proposta urbana no padrão europeu antigo, darem lugar a favelas, a cortiços, a condomínios tipo poleiro e a condomínios de luxo.
Os italianos, os portugueses, os alemães, os poloneses, os judeus, os espanhóis, os turcos, os sírios, os libaneses, os japoneses, os armênios e tantos outros povos estão passando por preconceito, discriminação, empobrecimento e, por fim, genocídio, através até do suicídio e pela recusa de procriarem, por desgosto.
(em processo, sem revisão)
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