"Nazismo Carnavalizado" é uma categoria filosófica criada por mim, Maurício Menossi Flores (Maurício Flores), para definir a opressão, advinda de maneira midiática (constantemente indiretas) e muitas vezes institucional, promovendo o barulho (perturbação do sossego), a sujeira (descarte irregular de lixo doméstico e outros) e a falta de educação (bolinhos de usuários de drogas, lícitas e ilícitas, na frente das nossas casas), levando a crimes tidos maiores e fatos mais violentes, ocasionando, mesmo, a morte de quem se opõe a tais práticas.
"Cultura Favela" (categoria filosófica criada por Maurício Menossi Flores (Maurício Flores)) é a invasão de terrenos, públicos ou privados, promovida, normalmente, por políticos inescrupulosos e pelo crime organizado, a fim de criarem áreas de extraterritorialidade, nas quais todo tipo de ilícito é praticado e nas quais quem manda é o bandido. Diga-se de passagem, não serem propriamente as favelas, mas o citado surge nelas e delas emana, sendo a "favelização" do Brasil fato constatado, atualmente. Os favelados trabalhadores e estudiosos são vítimas, também.
OBS.: Perturbação do Sossego, Descarte Irregular de Lixo e Falta de Educação são, para nós, crimes hediondos.
(em processo, sem revisão)
"Gente de Onde o Vento Encosta o Lixo" é uma expressão usada, em comunicação de espírito desencarnado, na obra "Somos Seis", de Chico Xavier e de Caio Ramacciotti. Aqui, será apropriada no sentido de definir nova categoria filosófica, no mesmo universo das expressões "Cultura Favela" e "Nazismo Carnavalizado", já explicadas por nós.
Fica definido: pessoas que agem somente pensando em si mesmas, por comodismo ou por perversidade, no afã de ganho imediato ou por satisfação dos sentidos a qualquer preço, denegrindo a imagem de todo o povo do Brasil, associando-o a barulho, a sujeira e a falta de educação.
Acreditamos que a evolução espiritual do brasileiro só se dará quando descarte irregular de lixo doméstico e de outros, perturbação do sossego e bolinhos de usuários de drogas lícitas e ilícitas, diante de nossas casas, deixarem de existir.
(em processo, sem revisão)
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