Tudo corria bem, até uma moça, que também bebia, pegar bandeira do "partido político x", largada no chão por partidários ébrios, pagos para comemorarem o Primeiro de Maio, Dia do Trabalho, e colocá-la com o pau dentro de uma garrafa, em cima do balcão, bem próximo de onde estávamos.
Depois de beber uma cachaça, que desceu muito bem, apanhei aquela bandeira e quebrei o pau dela, jogando no lixo. Falei para todos, bem forte, de como fora processado no governo do "partido político x", por pura perseguição e como isso afetou a minha vida. A moça que enfiou o pau da bandeia na garrafa julgou ser minha "ira" contra ela. Inclusive, quando disse, aos ventos, para enfiar o pau no rabo, no cu.
Resumindo: uma semana depois, o dono do bar, quando lá fui, resolveu me pedir para não mais frequentar o recinto.
Decidido a tirar proveito do ocorrido, comecei a escrever. Não exatamente sobre o assunto, mas dando voltas sobre o mesmo, até o evitando, na tentativa de aliviar as minhas tensões e encaminhar os meus pensamentos para algo positivo. Afinal, fora um favor. Gastar dinheiro bebendo, em ambiente nada saudável para mim, mesmo sob o pretexto de ler um livro, não é aproveitável.
(em processo, sem revisão)


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