A melhor religião, para mim, é ir levando, sem arrumar encrencas, mantendo o objetivo de combater o mal, sem alardes.
Não é necessário orar ou rezar, ter aliados como santos, deuses, espíritos e forças da natureza. Mesmo o Deus único deve ficar fora de suas questões existenciais, às quais, aliás, devem ser evitadas, sistematicamente, através da indiferença.
Mas, atentem ao principal: o dito, acima, deve ser, sugiro, desvalorizado, a ponto de ser tão natural que não pese como obrigação, sendo feito, do acordar ao dormir, como uma respiração consciente, mas sem esforço.
GABAGUA, AQUELE QUE É NADA.
(em processo, sem revisão)


Nenhum comentário:
Postar um comentário