Quero deixar claro, antes de tudo, ser o racismo um sentimento injustificado, fruto da ignorância e da perversidade. Deve ser combatido e, em caso de violência advinda dele, a legítima defesa é o único caminho.
Quando falamos Movimento Negro (o dos meios de comunicação brasileiros, hoje, e de alguns dos EUA, também hoje), fica, sempre, uma interrogação no ar. A que estamos nos referindo, especificamente? Por isso, precisamos defini-lo. Movimento Negro é, para nós, aquele que reivindica cotas, que impõe um modo dos negros vestirem-se e usarem os seus cabelos, que se aproveita de qualquer crime envolvendo negros e brancos para falarem de racismo, que diz a polícia ser instrumento de genocídio, que vê no branco um inimigo, que não quer diálogo com os brancos, que condena a miscigenação, que nega o racismo inverso, que põe o negro sempre como vítima e somente ele como o mortal sofredor, que fala em racismo estrutural, que não quer justiça e, sim, vingança.
Sendo assim, fica claro o mesmo somente servir a alguns negros. Aos oportunistas, obviamente. Pelo menos aqui no Brasil. Aliás, o Movimento Negro importou as suas ideias dos EUA, onde o racismo era, há décadas, institucionalizado.
Querem os participantes dessas ideologias e atitudes igualar-se aos brancos, como se o branco fosse exemplo perfeito para a humanidade. Não o é. Tem muitas falhas. E o Movimento Negro querendo, simplesmente, estar no comando da situação, em nada contribui para a evolução da dita cuja.
Não existe no Movimento Negro, por exemplo, o combate ao barulho, à sujeira e à falta de educação, fatores fundamentais, defendidos por nós, para a evolução do planeta Terra, rumo a uma nova civilização.
(em processo, sem revisão)

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