Estávamos em uma lanchonete, no Centro de Diadema - SP, por volta das 19h, quando agente de saúde, acompanhada de policiais, passaram adentrando nos comércios abertos, "descumpridores" da determinação do governo, e registravam infração.
A revolta nos poucos clientes foi muito grande. Tínhamos consciência da tragédia da pandemia de coronavírus, mas nossa consciência em relação à necessidade de manter os estabelecimentos abertos era maior. Inclusive questionei os funcionários públicos, cumpridores daquele descalabro, os policiais e a agente da prefeitura, de onde o prefeito e o governador tirariam dinheiro para pagarem os salários deles, caso mantivessem essa queda de braços com o presidente.
Sim, tudo isso é pura politicagem. O governador com picuinha contra o presidente. Não passa disso. O governador com a sua vacina inócua e o presidente com a sua burrice elefantesca.
Também questionamos por que a polícia e a prefeitura não mobilizavam aqueles esforços contra os pancadões, dando carta branca aos bandidos organizadores e frequentadores desse atentado ao povo brasileiro. Fossem aqueles mesmos comerciantes autuados venderem seus produtos nos pancadões, em nada seriam importunados.
Ou seja, comerciantes são tratados como marginais, enquanto os pancadões comem soltos.
(em processo, sem revisão)

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