Quando se fala em pobreza, em certos países, sempre alegam, alguns, a injustiça social, a má distribuição de renda, a corrupção dos governos, a falta de oportunidades, o racismo estrutural, o povo não saber votar, etc. como motivos para tamanho flagelo. Ou seja, o pobre nunca é responsabilizado pela sua própria desgraça.
Temos a impressão, ao olharmos para pessoas residindo em favelas, em cortiços, em bairros degradados, serem as mesmas pessoas que vemos em fotografias de décadas atrás. Ou seja, é um tipo que se reproduz.
Para nós, seria bem fácil interromper o ciclo de miséria estendendo-se por gerações e gerações: simplesmente, usar camisinha e focar nos estudos e no trabalho, antes de ter vida sexual ativa. E para isso, basta haver educação em casa, com forte campanha do governo incentivando.
Mas como dizia Santos Dummont, no Brasil tudo vira carnaval. Quem pode imaginar o país fazendo campanha séria pelo bem, não é mesmo?

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