"A Igreja do Diabo" não acredita na violência como solução para o barulho, para a sujeira e para a falta de educação. O zine (revista artesanal), acima, surgiu a partir de sessões de Arteterapia. É uma catarse, um expurgo, de desejos provindos da raiva contida, do ódio ao opressor.
Quando realizado, deixou-nos mais aliviados e tornou-nos mais reflexivos. Dessa maneira, pudemos desencadear algumas ações burocráticas, na tentativa de mobilizar forças do governo constituído, em relação a questões pendentes, como um terreno da Transpetro e da Enel, utilizado para descarte irregular de lixo.
Concretamente, ligamos, novamente, para 168 (Transpetro), cobrando serviço em parceria com a Prefeitura de São Paulo, prometido pela Ouvidoria deles e, ao mesmo tempo, mandamos e-mail para a Ouvidoria Geral do Município, pedindo esclarecimentos do porquê tanta inabilidade para lidar com a questão.
Assim age "A Igreja do Diabo". Não somos contemplativos.
(em processo, sem revisão)

















O nome "diabo" assusta por si só... é desconfortável, por assim dizer.
ResponderExcluirO insights da arte terapia estão muito bacanas especialmente os de yoga (hehe)... já as armas poderiam atirar flores! Quem sabe as coisas melhoravam...
Parabéns @Mauricio!
Grato pelo comentário. Como dizia o meu pai: "...o Diabo não é tão feio quanto se pinta...".
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