Ontem, minha esposa falava, pelo WhatsApp, com outra professora, amiga dela, moradora do Centro de São Paulo. Havia desespero e grande sentimento de revolta nas mensagens, as quais eu também ouvia. Ela relatava o barulho de uma loja em promoção. Ao chamar a polícia, depois da viatura ir embora, o barulho recomeçou. A própria professora, então, desceu e foi falar com os irresponsáveis barulhentos. Foi tratada com desprezo e escárnio. Vendo não conseguir resultados, a professora, corajosa, trouxe a polícia com ela. Os vagabundos covardes tentaram fazer da professora um monstro, uma perversa, diante dos policiais. Não conseguiram. Houve certo progresso na tentativa de cessar a perturbação do sossego. Diante disso, pedimos para a professora não esmorecer e que, além de colocar janelas antirruído, gastando o que não tem, procurasse o Conseg e um maior entrosamento com as autoridades. Que podemos fazer, afinal?
(em processo, sem revisão)

Nenhum comentário:
Postar um comentário